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Humberto Barros aposta na experiência do site-encarte interativo ao lançar o quinto álbum solo


♪ Quinto álbum solo do tecladista, cantor, compositor e produtor musical carioca Humberto Barros, Experiência 05 – cujo título é grafado estilisticamente na capa como 5xperiência 05 – entra nos aplicativos de música nesta sexta-feira, 29 de outubro, mas extrapola as habituais plataformas.

Com a intenção de oferecer ao ouvinte conteúdo interativo, o artista também põe no ar, no site oficial de Barros, o encarte digital do disco. No site-encarte, cada uma das 13 músicas do álbum é apresentada em página própria – com áudio, letra e a respectiva ficha técnica – como se o ouvinte estivesse manuseando o encarte de um CD em ambiente virtual.

Com repertório inteiramente autoral, formado por músicas como Brilha garota e Mar do fundo5experiência 05 é o primeiro álbum de Barros desde Longe, longe (2015).

Seis anos separam os dois discos e, na concepção do artista, 5xperiência 05 oferece “uma coleção de retratos dessa fatia de tempo, um diário”.

“Essa parece ser a proposta desde o primeiro álbum solo, Do nada ao tudo (2002)... Expor o tempo, os dias... A vida fatiada em álbuns que descrevem o trajeto e lançam postais de sons, imagens, impressões e sensações a quem quiser entrar na viagem”, explica o artista, cujo roteiro de viagem também já rendeu os álbuns O mundo está fervendo (2006) e Trancado no quarto colorido (2010).

Embora o conjunto de canções que compõem o roteiro de 5xperiência 05 pareça versar sobre as angústias da pandemia, o fato é que quase todo o repertório foi composto por Humberto Barros antes do isolamento social. A única canção feita em tempos pandêmicos, E a chuva cai, foi por isso mesmo a última música a entrar no disco e, curiosamente, é a faixa que abre o álbum 5xperiência 05.

Todas as composições com letra são assinadas solitariamente por Barros. Já as duas vinhetas instrumentais, Cores Cores finais, trazem a assinatura adicional da compositora Rachel Jesuton.

Há conexões nos pontos da viagem, na lógica do artista. “As canções falam em uma vida íntima, a dois, com olhares para diferenças de focos e de comportamento que se evidenciaram nos últimos tempos. O faz com algum humor e sarcasmo em Se fosse fácil não seria solidão e Partir pra cima, com sede e energia da conquista que nos move em Atravessei o sol, com a dúvida sobre as próprias sensações em Te espero no lago olhando pra chuva ou contando a história nos quadros da crença em um longo, desarmado e seguro amor, como em Os dias da gente e O estranho acontece”, especifica o cantor e compositor, contextualizando seis das 13 músicas do disco.






 

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