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Erasmo Carlos põe 'Tijolinho' no disco que lança em 2022 com hits da Jovem Guarda inéditos na voz do cantor Skip to main content

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Erasmo Carlos põe 'Tijolinho' no disco que lança em 2022 com hits da Jovem Guarda inéditos na voz do cantor


♪ Aos 80 anos, Erasmo Carlos insiste na juventude do repertório propagado nas tardes dos domingos dos anos 1960, tendo pescado pérolas da Jovem Guarda que nunca havia gravado para compor o repertório do disco que lançará em 2022. Uma delas é Tijolinho (1966), música de Wagner Benatti apresentada há 55 anos na voz de Bobby de Carlo, pseudônimo do cantor paulistano Roberto Caldeira dos Santos.

Já pronto, tendo sido gravado de setembro a novembro no estúdio carioca Cia. dos Técnicos sob direção artística de Marcus Preto, o disco se chama O futuro pertence à Jovem Guarda – sentença cunhada pelo revolucionário russo Lenin (1870 – 1924) que acabou inspirando o nome do movimento pop que durou de 1965 a 1968 – e tem produção musical assinada por Pupillo Oliveira.

Previsto para janeiro, o primeiro single do álbum é Nasci para chorar (1964), versão em português, escrita pelo próprio Erasmo, da música (I was) Born to cry (1962), sucesso do cantor e compositor norte-americano Dion DiMucci.

Lançada em disco por Roberto Carlos, a versão intitulada Nasci para chorar já ganhou vozes como as de Adriana Calcanhotto e Cássia Eller (1962 – 2001), mas até então nunca tinha sido registrada pelo Tremendão, autor dos versos em português.

E por falar em Calcanhotto, o repertório do disco O futuro pertence à Jovem Guarda também inclui a canção Devolva-me (Renato Barros e Lilian Knapp, 1966), apresentada pela dupla Leno & Lilian e revivida com grande êxito pela artista gaúcha em gravação ao vivo editada em 2000.

Hit da dupla Os Vips, a canção A volta (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1966) também ganha a voz de Erasmo, parceiro de Roberto Carlos nessa música gravada pelo Rei em 2004 para a trilha sonora da novela América (TV Globo, 2005).

Outra música do álbum O futuro pertence à Jovem Guarda é O bom (1966), sucesso de Eduardo Araújo. A composição O bom tem autoria creditada oficialmente a Carlos Imperial (1935 – 1992), mas efetivamente foi feita pelo próprio Eduardo Araújo.


 

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