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Quinteto Violado tem trajetória revista em livro que expõe influência e modernidade do grupo nos anos 1970

♪ Paraibano nascido em Campina Grande (PB), o jornalista José Teles vive há décadas no Recife (PE), cidade onde se tornou referência na escrita sobre a música nordestina – em especial sobre a produção musical dos artistas de Pernambuco, mapeada por Teles no livro Do frevo ao manguebeat (2000).

No livro Lá vêm os violados – Os 50 anos da trajetória artística do Quinteto Violado (2021), reposto em catálogo em outubro pela Cepe Editora com narrativa ampliada e com capa que expõe a imagem de chinelo de couro, Teles reconta a história do grupo formado originalmente por Toinho Alves (1943 – 2008) (voz e baixo), Fernando Filizola (viola), Marcelo Melo (voz, viola e violão), Luciano Pimentel (1941 – 2003) (percussão) e Alexandre dos Anjos, o Sando (flauta).

Símbolo de modernidade na música nordestina ao longo dos anos 1970 – década em que legou ao Brasil os álbuns Quinteto Violado (1972), Berra boi (1973), A feira (1974), Folguedo (1975), Missa do Vaqueiro (1976), Antologia do baião (1977), Até a Amazônia?! (1978) e Pilogamia do baião (1979) – e ainda em atividade neste ano de 2022, o quinteto se agrupou em 1970.

Contudo, foi em 9 de outubro de 1971, no distrito de Fazenda Nova, município de Brejo da Madre de Deus (PE), que a banda passou a ser conhecida como Quinteto Violado ao se apresentar em teatro erguido ao ar livre. Esse show seminal é o ponto de partida da narrativa costurada por José Teles nas 218 páginas de Lá vêm os violados (há caderno de imagens do grupo ao fim do livro).A terceira edição avança sobre a primeira, apresentada há dez anos no livro Lá vêm os Violados – 40 anos (2012). Além de abarcar os últimos dez anos da trajetória do Quinteto Violado, a atual edição corrige fatos e acrescenta outras histórias.

Justificadamente, a essencial primeira década de vida do grupo domina a narrativa, sendo assunto de dez dos 24 capítulos do livro Lá vêm os violados.

Como o subtítulo do livro já esclarece, o foco do texto de Teles é a produção artística de discos e shows impactantes na trajetória artística do quinteto, casos de Missa do Vaqueiro (1976) e de Até a Amazônia?! (1978), rememorados no livro com depoimentos e reproduções de críticas.O livro se exime de falar da vida pessoal dos integrantes do grupo, atualmente formado por Ciano Alves (flauta), Dudu Alves (teclados e direção musical), Marcelo Melo (voz e violão – único remanescente da formação original da banda), Roberto Medeiros (bateria) e Sandro Lins (baixo).

O recorte resulta acertado. Até porque a obra do Quinteto Violado paira soberana sobre as vidas dos integrantes, tendo influenciado gerações de músicos e inspirado as criações de grupos como Banda de Pau e Corda e Som da Terra pela abordagem contemporânea de gêneros nordestinos em músicas autorais e por arranjos que propuseram novos voos para standards como Asa branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1947).

Título enriquecedor da bibliografia musical brasileira, o livro Lá vêm os violados mostra que o Quinteto Violado foi em modernidade e influência para os anos 1970 o que a Nação Zumbi representou para a década de 1990 na música de Pernambuco, trilha fundamental da nação nordestina desde que o frevo é frevo.

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