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Violonista Gian Correa se junta com Chorões Alterados no toque social do álbum 'O abismo da prata'


♪ Álbum programado para chegar ao mercado fonográfico em 15 de janeiro através do selo fonográfico norte-americano Anzic Records, em edição digital e no formato de CD, O abismo da prata junta o violonista, arranjador e compositor Gian Correa (ao centro na foto) com Os Chorões Alterados – quarteto formado por Cainã Cavalcante (violão de seis Cordas), Enrique Menezes (flauta), Henrique Araújo (cavaquinho, bandolim, violão tenor e tamborim) e Rafael Toledo (pandeiro, adufe, caixa, caixeta, reco-reco e pratos).

Munido do violão de sete cordas, Gian Correa toca com o quarteto os oito temas autorais que compõem o repertório de O abismo da prata, disco gravado em 25 e 26 de novembro de 2020 em duas sessões no estúdio paulistano Da Pá Virada.

Os cantores Renato Braz e Juliana Amaral puseram vozes na música que fecha o álbum, Esperançar, composta por Gian Correa a partir de poema de Renato Frei.

Com músicas como Lampejo de consciênciaO diplomado da corteNão se entregaNotas amargasSuor por matériaVida que segue e Nua e crua, o álbum O abismo da prata extrapola o campo musical ao dialogar com as artes plásticas.

Para cada uma das oito composições abordadas no disco por Gian Correa e Os Chorões Alterados, um muro foi pintado na cidade de São Paulo (SP) pelo artista plástico Apolo Torres.

A intenção de Gian Correa é que o álbum O abismo da prata soe como expressão sonora da indignação contra sistema pautado por abuso e opressão, denunciando injustiças sociais e traduzindo nas imagens das pinturas o tom social da música através da interação do choro com a linguagem visual do grafite.


 

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