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Álbum de Alceu Valença com Paulo Rafael apresenta xilogravura inédita de J. Borges


♪ Com capa que expõe xilogravura inédita do artista pernambucano J. Borges, o álbum Alceu Valença e Paulo Rafael chega ao mercado fonográfico na próxima sexta-feira, 8 de abril, em edição da gravadora Deck, com uma música inédita Fada lusitana, composta por Alceu em Portugal, no repertório de regravações.

O disco se tornou póstumo na discografia de Paulo Ramiro Rafael Pereira (11 de julho de 1955 – 23 de agosto de 2021), instrumentista e produtor musical pernambucano, natural de Caruaru (PE), que saiu de cena no ano passado, aos 66 anos, vítima de câncer no fígado.

Dos 66 anos de vida de Paulo Rafael, nada menos do que 46 foram vividos em palcos e estúdios ao lado de Alceu Valença, com quem o guitarrista começou a tocar em 1975, na apresentação do cantor no festival Abertura (TV Globo), em parceria estendida até a morte do músico em 2021.

Guitarrista que injetou eletricidade no som de Alceu, com toque que mixava as distorções do rock com a brasilidade do sertão nordestino, Paulo Rafael toca guitarra e viola de ação no álbum gravado no estúdio carioca Tambor, situado na sede da Deck, com produção musical conduzida por Rafael Ramos ao lado do próprio Alceu (voz e violão).

O álbum Alceu Valença e Paulo Rafael faz parte do lote de discos gravados por Alceu na pandemia. Por reunir releituras de músicas do cancioneiro de Alceu, o álbum do cantor com Paulo Rafael dialoga com a trilogia de voz e violão gravada por Alceu e composta pelos álbuns Sem pensar no amanhã (2021), Saudade (2021) e Senhora estrada (2021).

A seleção de repertório do álbum Alceu Valença e Paulo Rafael inclui as músicas Molhado de suor (1974), Na primeira manhã (1980), Cavalo de pau (1982), Anunciação (1983), Sino de ouro (1985), Girassol (1987), Sete desejos (1991), Amor que vai (1994) e Eu vou fazer você voar (Alceu Valença e Herbert Azzul, 2019), além do baião Sabiá (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951).

Única música fora da lavra autoral de Alceu, Sabiá alça voo em rota ibérica no álbum que encerra a emblemática relação profissional de Alceu Valença com Paulo Rafael.

 

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